O Commander com Maníaco do Laboratório - Kess, Dissident Mage

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O Commander com Maníaco do Laboratório - Kess, Dissident Mage

Se falou da evolução do Storm para Kess, Maga Dissidente. Esse fato me deixou intrigado, uma vez que tenho outra concepção de Kess além do Storm em si, e, por isso, hoje trarei para vocês uma build dessa formosa senhorita baseada no queridinho do cEDH – Maníaco do Laboratório.

By Thiago, 07/07/19, with help from our readers

Olá, meus queridos! Tudo bem com vocês? Meu nome é Fogaça e estou aqui novamente para falar sobre Commander. Na semana passada, nosso artigo tratou do arquétipo de Storm relacionado com a idéia de Spellslinger a partir da comandante Mizzix of the Izmagnus, mas, o mais interessante sobre isso foi um comentário presente na página do deck, onde se falou da evolução do Storm para Kess, Maga Dissidente. Esse fato me deixou intrigado, uma vez que tenho outra concepção de Kess além do Storm em si, e, por isso, hoje trarei para vocês uma build dessa formosa senhorita baseada no queridinho do cEDH – Maníaco do Laboratório.

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CONCEPÇÕES INICIAIS

Nosso amigo Humano Mago tem uma habilidade singular para o Magic – recentemente recebendo um amigo para compartilhá-la (Jace, Manipulador de Mistérios) –, mas, o que realmente faz com que ele seja o que é no Commander é o conjunto de seu CMC com seu tipo e outras características que são combinadas com a habilidade em si. A idéia do arquétipo montado em torno do Maníaco é esvaziar nosso grimório para comprarmos uma carta com ele em campo, assim usando efeitos massivos e desequilibrados que não funcionariam sozinhos.

CONSTRUÇÃO DO DECK

Várias construções podem ser feitas com as variações da Color Pie, sendo que uma das mais consistentes vem da combinação com a Maga Dissidente, onde o foco da lista será usar mágicas de custo baixo e reaproveitá-las de nosso cemitério para obtermos vantagem no jogo, ao mesmo tempo em que controlamos nossos adversários. Nosso pacote de recursos incluirá tutores e efeitos estáticos que impeçam o jogo dos oponentes, além de anulações e remoções que poderemos usar também para nos proteger. Podemos destacar três situações específicas desse deck, sendo essas a utilização de redutores de custos para aumentar a vantagem que obteremos, a presença de pedras de mana de custo reduzido para dar consistência ao nosso early game e a opção de cartas como Mago da Conjuração-relâmpago e Instruções de Missão para maximizar as instantâneas e feitiços que compraremos durante a partida. Algo a ser destacado, também, é a presença de rituais para aumentar o número de mágicas jogadas em um mesmo turno, dando uma maior explosão para as primeiras rodadas – aliando-se às pedras de mana.
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Falando mais sobre a condição de vitória em si, teremos dois métodos principais para aproveitarmos nossa dupla – poderemos exilar todo nosso deck com Pacto Maculado ou Consulta Demoníaca ao nomear uma carta inexistente em nossa lista ou usar o clássico Dia do Juízo Final para facilitar nossa tarefa de esgotar o grimório. No caso de usarmos Doomsday, teremos algumas cartas específicas para colocarmos nas pilhas formadas, dependendo do modo que o jogo for conduzido anteriormente; temos alguns exemplos de pilhas:

Opção 1

1. Jorro; 2. Busca Frenética; 3. Pacto de Negação; 4. Sonda Gitaxiana; 5. Maníaco do Laboratório.

Opção 2

1. Jorro; 2. Busca Frenética; 3. Desenterrar; 4. Sonda Gitaxiana; 5. Maníaco do Laboratório.

Opção 3

1. Sonda Gitaxiana; 2. Predizer; 3. Maníaco do Laboratório; 4. Desenterrar; 5. Aparição de Estrada. As pilhas são baseadas em uma realidade onde não teremos acesso à Diamante Olho de Leão e Determinação de Yawgmoth, portanto, necessitando de mana para serem efetivas, além da clássica cantrip inicial. A primeira delas é para um jogo onde não possuiremos anulações na mão, tendo, agora, acesso a uma dessas cartas; a segunda e a terceira baseiam-se em descartar nosso maníaco e diminuir seu custo usando Desenterrar, para, deste modo, usarmos uma remoção ou anulação presente em nossa mão.
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Vemos na lista várias cartas que se beneficiam da interação com o cemitério (fato antes já citado), portanto, é interessante salientar que cartas como Descanse em Paz e Relíquia de Progenitus são dignas de preocupação para nossa estratégia, apesar de não serem necessariamente balas de prata contra nós.

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SUBSTITUIÇÃO DE CARTAS DE ALTO VALOR

Como no caso analisado de Geist de Santo Traft, o custo de mana importa muito para a escolha de cada carta, porém, como temos uma característica de controle, poderemos substituir cartas como Mago da Conjuração-relâmpago por similares ao exemplo de Arqueomante. Para alterar nossa base de mana, foquem em terrenos que possuam a mesma identidade de cores dos substituídos e que entrem em pé quando precisarmos.

POR ONDE COMEÇAR?

Sendo o deck centrado no Maníaco, ele e Jace devem ser as primeiras cartas obtidas, juntamente com DD e suas pilhas. Após isso, Pacto Maculado e Consulta Demoníaca proverão a consistência necessária junto aos tutores e opções de compra pelas quais optamos. As funções de controle são secundárias na prioridade de compra, sendo um algo a mais para Kess.

CONCLUSÃO

Com posse de todas essas informações, podemos concluir que não necessariamente devemos estereotipar cada comandante em um único modo de jogo, mesmo no cEDH. Por hoje ficamos por aqui. Agradeço a todos que tem acompanhado essa série de artigos e peço que sempre deixem seu feedback para continuarmos melhorando. Até a próxima, meus queridos!
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Thiago

Jogador de Magic desde Tarkir, sou apaixonado por interações e sinergias que quebram a curva do jogo. Para mim, o cEDH é o teste máximo para o jogador de Magic, tanto para deck build, quanto para gameplay. Para me acompanhar no YouTube, acessem meu canal.

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