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Atog

Como organizar sua coleção de TCG

Dicas para organizar seus cards, e encontrá-los sem sufoco!

*Como organizar grandes coleções na visão de um jogador de commander? * A maioria dos jogadores de Magic costuma iniciar no hobby com uma coleção modesta de cards. Porém, conforme o tempo vai passando e a coleção vai crescendo, começa a ficar cada vez mais complicado achar aquela carta comum, que você sabe que tem, e que vai encaixar perfeitamente no seu novo deck! Já cansei de ver gente comprando carta que já possuía porque pagar R$0,30 parece ser mais fácil do que encontrar a mesma em casa! Se você é novo no hobby, talvez ainda não tenha enfrentado este problema, mas provavelmente conhece gente que já enfrentou. Não importa se seu objetivo é jogar, trocar ou apreciar alguma arte. O ideal é que seja fácil de encontrar uma determinada carta que você sabe que possui. Nossa intenção com este artigo é dar dicas de como organizar seu deck, de modo a melhorar e agilizar sua experiência ao buscar alguma carta em sua coleção. Note que esta é apenas uma sugestão baseada em nossas experiências, e não um conjunto de regras rígidas. Não precisam ser seguidas cegamente, mas sim adaptadas a cada objetivo. *Formas de armazenar cards* Antes de chegarmos ao “como” organizar as cartas, temos que saber “onde” elas serão colocadas. Lá para a década de 90, a forma disponível para armazenamento de cartas era utilizar caixas de sapato ou de sabonete. Com o crescimento e a popularização de Magic, surgiu uma grande variedade de produtos que te fornece algum tipo de repositório prático e com uma arte bacana para guardar sua coleção. Exemplos não faltam: caixas de prerelease, deckbox de commander, caixas de bundle (antigos fatpacks) etc. Para minha organização, utilizo algumas caixas específicas compradas em papelaria, mas as mesmas podem facilmente ser substituídas por qualquer caixa de seu interesse que acomodem bem as cartas. Para a organização da minha coleção, uso os seguintes repositórios: - Caixas de papelão nas dimensões 25 x 35 x12 • Divisória de fileiras de cartas feita de papelão manualmente; • Divisória de tipos de cartas de Holiday Gift Box ou feitas de papelão manualmente; - Fichários Estas caixas foram compradas em papelaria, e são particularmente úteis, pois tem um espaço que permite - com conforto, mas sem tanta folga - organizar 3 fileiras de cards, como pode ser observado na imagem abaixo. [image](https://cdn.cardsrealm.com/images/uploads/1574301828.jpg) Existem à venda diversas caixas criadas especificamente para armazenamento de coleções de cards que são, inclusive, muito utilizadas por lojas em geral. Estas provavelmente são opções mais adequadas do que as que uso. Abaixo podem ser vistos alguns exemplos. [image](https://cdn.cardsrealm.com/images/uploads/1574302876.jpg) Já sobre os fichários, tenho preferência por aqueles com folhas removíveis, para facilitar a arrumação conforme a coleção vai crescendo. Uso os fichários de folha fixa apenas para cards que estão para troca, pois são mais resistentes para serem levados de um local para outro. Abaixo, temos um exemplo de fichário customizável, que permite adição de novas folhas ao lado de um fichário de folha fixa, usado para transporte de cards. [image](https://cdn.cardsrealm.com/images/uploads/1574302890.jpg) *Por onde começar?* É consenso que o ideal é começar juntando todas as suas cartas em um mesmo local. Você não vai querer organizar 5000 cartas só para descobrir que esqueceu de 300 em uma gaveta, e que vai ter que mexer de novo nas que já estavam organizadas, não é? Dependendo do tamanho da sua coleção, o ideal é que este local possa permanecer ocupado pelas cartas enquanto durar a organização. Uma vez que se certifique de que os cards estão todos juntos no mesmo local, a separação pode ser iniciada. Existem muitas conversas em fóruns sugerindo que se inicie separando por edição. Talvez, para estoques de lojistas, tal separação faça sentido. Mas, para quem tem como principal objetivo montar decks, isso pode acabar atrapalhando mais do que ajudando. Afinal, geralmente, se você precisa de um Raio, tanto faz a edição dele, certo? O ideal para montagem de decks é que cards iguais fiquem todos juntos. Sempre que estou realizando a separação de cards e encontro uma rara, mítica rara, ou staple bem bacana - que sei que terei interesse em usar (Estudo Rístico, por exemplo) - deixo numa pilha à parte, para colocá-las em fichários. As outras, comuns e incomuns, provavelmente ficarão em caixas. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A ordem de separação que sigo é a seguinte: &nbsp; &nbsp; &nbsp; 1. Separação por cor e lands Verde / Branco / Vermelho / Azul / Preto / Multicolorida / Incolor / Terreno Uma vez que esteja concluída esta separação, sigo para o seguinte passo dentro de cada cor &nbsp; &nbsp; &nbsp; 2. Tipos de cards Criatura / Aura / Encantamento / Artefato colorido / Feitiço / Instantânea / Planinauta Por fim, depois de ter pilhas de cards já separadas por cor e tipo, sigo para o terceiro passo. &nbsp; &nbsp; &nbsp; 3. Custo de mana convertido Dependendo do tamanho da coleção, é um processo demorado e pode ser desgastante. Mas, se concluir, vai te facilitar muito no futuro. Ao concluir o passo 3, você verá que fica bem mais fácil juntar cópias repetidas de card. Se tiver costume de comprar boosters, jogar selados ou algo do gênero, você provavelmente vai descobrir que tem muito mais cópias do que precisa e de várias comuns e incomuns. Pode acabar descobrindo que tinha algumas preciosidades repetidas e tinha se esquecido completamente. Neste momento, você vai ter diversas pilhas de cartas ordenadas, prontas para serem guardadas em seus devidos lugares. *Divisão em seus fichários e caixas* Com os cards já organizados em pilhas, chegou finalmente o momento de inclui-los em seus fichários e caixas. As comuns e incomuns geralmente são as mais volumosas, mas são também as que devem tomar menos tempo no momento de armazenar. Basta colocá-las nas caixas, com divisórias de papelão separando as mesmas, da forma que achar mais interessante. No meu caso, prefiro usar divisórias para identificar Instantâneas, Feitiços, Criaturas, e uma outra divisória para o restante. Abaixo está um exemplo. [image](https://cdn.cardsrealm.com/images/uploads/1574302912.jpg) Já para as raras e bacanas, utilizo os fichários. Sigo na mesma divisão de tipos, mas evitando misturar tipos ou cores diferentes na mesma folha de fichário. Deixo também alguns espaços propositalmente vazios. Estes espaços facilitam o crescimento da coleção com o tempo. Ao final desta divisão, a parte de transição de cores das raras estará parecida com a da imagem abaixo. [image](https://cdn.cardsrealm.com/images/uploads/1574302926.jpg) Já os artefatos, mantenho separados por funcionalidade (Equipamentos, Pedras de Mana, Stax etc). Uma área de destaque da coleção, que me facilita muito montar decks para o Atog, é a área de pedras de mana. Todas que possuo estão no mesmo local, e já separadas por cor de mana gerada. *Mantendo a organização* Se conseguiu chegar até aqui, meus parabéns! O foco agora é manter arrumado, porque as cartinhas têm uma natureza caótica. Se você se distrair por 30 segundos, já fica uma zona de novo! O ideal é que, a cada aquisição de novas cartas, seja feita uma separação e organização nos espaços pré-definidos da sua coleção. Você vai ver que é muito mais fácil manter a organização do que fazer esse trabalho todo de novo! Espero que o artigo seja útil e que você consiga manter sua organização. Boa sorte, e até a próxima! Escrito por Felipe Alkaim Referências: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=i_-GTp7jwrs ">Vídeo do Elba no Youtube</a> <a href="https://waysto.digital/ways-to-organize-and-catalogue-your-magic-the-gathering-cards/ ">Artigo no waysto.digital</a> <a href="https://www.reddit.com/r/magicTCG/comments/9d35vs/how_do_you_organize_your_cards/ ">Thread de lanadelphox no reddit</a> <a href="https://boardgames.stackexchange.com/questions/5646/what-is-an-efficient-way-to-organize-my-magic-collection ">Respostas de pergunta no stackexchange</a> <a href="https://www.channelfireball.com/articles/getting-organized/">Artigo de LEV OSHEROVICH no channelfireball</a>

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Thiago

O Commander com Chain Veil - Teferi, Temporal Archmage


Olá, meus queridos! Tudo bem com vocês? Meu nome é Fogaça e estou aqui novamente para falar sobre Commander. Alguns que me acompanham devem saber sobre o estilo de jogo pelo qual tenho preferência, e, junto a isso, sobre a minha busca pelo comandante ideal para tal; desde o lançamento de M20, tenho me dedicado a extrair valor de [card](Kykar, Wind’s Fury) – tanto é que já fiz [link](https://cardsrealm.com/artigos/o-commander-com-transformacoes-divergentes---kykar-furia-do-vento)(mais de um artigo sobre nossa galinha) –, porém, cheguei a um ponto onde este não corresponde mais ao que estou há anos buscando. O próximo capítulo dessa jornada corresponde a um tema que gostaria de tratar aqui faz algum tempo – busco um deck que possa adaptar sua postura de acordo com o adversário, com a situação do jogo e com os recursos disponíveis, e, desta forma, cheguei até um dos generais mais clássicos do cEDH: [card](Teferi, Temporal Archmage). [image](https://cdn.cardsrealm.com/images/cartas/en/pz1-legendary-cube-prize-pack-teferi-temporal-archmage-34.jpg) *CONCEPÇÕES INICIAIS* Quando a Wizards of the Coast lançou a coleção de Commander 2014, sua idéia era trazer planeswalkers para o Commander de uma forma distinta, possibilitando que estes ícones da lore se tornassem generais e comandassem nossos baralhos – antes, decks de super-friends eram comuns, mas, agora, focar nossos esforços em apenas um PW que está sempre lá, na zona de comando, nos dá novas possibilidades, incluindo as de uma carta especial para esses decks: [card](The Chain Veil). A regra do Véu permite que suas ativações sejam acumuladas para outros planinautas que entrem em jogo ainda neste turno, de forma a não se limitar apenas ao estado atual da mesa. Agora, falando sobre Teferi em si, devemos entender o complexo de suas habilidades e relacioná-las ao seu custo de mana, afinal, quando se trata de uma mesa competitiva, o CMC do commander é importante para definir a postura da construção. Para Temporal Archmage, temos a combinação de uma habilidade de compra com uma habilidade de assimetria, além de um -10 que quase nunca será usado; a assimetria em si é o que se destaca aqui, uma vez que poderemos contornar efeitos que seriam prejudiciais a nossa mesa (principalmente efeitos que impedem nossas permanentes de desvirar, como o de Stasis) de um modo que estes ainda afetem nossos oponentes, assim, compensando o alto custo de mana do general. [image](https://cdn.cardsrealm.com/images/cartas/en/m15-magic-2015-the-chain-veil-215.jpg) *CONSTRUÇÃO DO DECK* Após algumas pinceladas sobre a regra do Véu e a possibilidade de assimetria de Teferi, partimos do ponto onde nosso deck terá apenas uma cor, o azul. Construções mono blue têm por característica base o fato de haver muitas formas de cavar nossos recursos, porém, com certa dificuldade de responder permanentes, uma vez que seu forte está nas anulações (as quais devem ser encaixadas na hora exata para possuírem efetividade); normalmente, a alternativa encontrada para ignorar esta limitação é pautada na utilização de peças de stax para que o ritmo da mesa seja diminuído, de uma forma que os oponentes se encontrem em um dilema moral entre progredir o jogo de forma imprudente com a chance de serem anulados ou apenas esperar o momento certo. Esse fato é aproveitado por quem escolhe o Arquimago Temporal para definir seu deck, pois a habilidade de untap gera a já discutida assimetria, que, em detalhes, permite desvirarmos terrenos ou pedras de mana, as quais serão usadas para prosseguirmos com o jogo da maneira usual – por isso, o mais comum para as listas é a utilização de artefatos que gerem o máximo de mana, tornando a jogada de “6 manas > Teferi > -1 > desvirar quatro geradores de mana” um clássico da consistência desse baralho. Como não apenas de pão vive o homem, também temos que entender o seguinte fato: travar a mesa não nos dará a vitória. Existem muitas outras builds baseadas em stax, e, nem de longe, Teferi se compara aos All Stars desse arquétipo, porém, ele possui algo que estes não têm – a possibilidade de mudança de vitória. Explicando de forma sucinta, teremos alguns combos característicos de nosso arquétipo baseado em [card](The Chain Veil), os quais permitirão saídas explosivas e vitórias rápidas, e, ao mesmo tempo, possuímos peças de controle e modos de travar a mesa com certa estabilidade não usuais para builds combocêntricas, assim, há três posturas que podem ser adotadas: uma proativa (fast combo), outra disruptiva (controle e stax) e um balanço entre as duas, sendo esta adaptativa – tudo dependerá de como a mesa está, quais decks estamos enfrentando e quais recursos estão disponíveis para o momento. Com essa explicação geral, vocês devem estar se perguntando “mas como este deck vence? Como é o combo usado?” Está é uma questão um tanto complexa, porém, totalmente vinculada ao fato de nosso general ser um planeswalker. Pois bem, pensemos no já citado [card](The Chain Veil), o qual permite que ativemos habilidades de PW uma vez adicional por turno. Nosso objetivo será colocá-lo na mesa assim que estivermos prontos para tal (fato o qual justifica a grande massa de tutores usada na lista), sendo que ele será ativado com o objetivo de nos dar uma nova oportunidade de utilizarmos a habilidade que remove marcadores de nosso walker. As condições ideais para tal são: • Precisamos gerar uma combinação de 5 manas entre três permanentes de nosso campo; • Uma das manas geradas precisa obrigatoriamente ser azul; • Efeitos de aumento de custo ou limitação de mágicas por turnos não podem estar ativos, bem como efeitos que impedem a ativação de Teferi ou do [card](The Chain Veil). Quando geramos 5 ou mais manas por três permanentes, poderemos desvirá-las com o -1 do comandante, junto ao [card](The Chain Veil), tendo, desta forma, a seguinte sequência lógica: 5 manas > ativar o Véu > -1 > desvirar as três fontes de mana e o Véu > repetir. Notamos que sempre sobrará uma mana nesse processo (a qual será acumulada) e que, quando Teferi estiver com apenas um marcador de lealdade, não será útil desvirar o Véu, assim, poderemos desvirar mais uma fonte adicional de mana para acumular o excedente desta última ativação (lembrando que nossas fontes de mana também podem ser terrenos). Agora, vamos ao detalhe que permitirá que tudo funcione; lembram-se do fato de que as ativações do Véu se acumulam para novos planinautas que forem baixados? Pois bem, as manas que sobraram serão usadas para conjurar o Arquimago outra vez e reiniciar o ciclo, com a breve diferença que poderemos ativar suas habilidades ao menos quatro vezes adicionais antes de necessitarmos do artefato lendário. Com essas quatro vezes, usaremos sua possibilidade de compra, filtrando nosso grimório e obtendo mais recursos para, então, voltarmos ao ciclo ocasionado pelo -1. O resultado de tudo incluirá mana infinita, a compra de todo nosso baralho e possíveis ativações infinitas de planeswalkers – esse último servirá como finisher para nós, uma vez que usamos[card]( Ugin, the Spirit Dragon) e [card](Jace, Memory Adept) (o qual está gentilmente substituindo [card](Jace, the Mind Sculptor)). Continuemos nossas reflexões, agora com o combo explicado. Pensemos que uma combinação tão forte como um combo de duas peças (onde uma está na zona de comando) não será algo do agrado dos oponentes. Mesmo que planeswalkers sejam permanentes de difícil remoção, uma simples [card](Pithing Needle) já atrapalha toda uma estratégia de jogo ao travar as habilidades de nosso general, portanto, temos alternativas para vencermos caso haja uma manobra anti-véu por parte dos adversários; basicamente, combinaremos o útil ao agradável para aproveitar uma pedra de mana clássica de nosso deck ([card](Basalt Monolith)), um potencializador dos efeitos de Teferi ([card](Rings of Brighthearth)) e uma peça de compra excelente para uma construção baseada em artefatos ([card](Sensei’s Divining Top)). Tudo acontecerá quando virarmos o Monolith, nos dando acesso à mana necessária para desvirá-lo; o seguinte passo será copiar a habilidade de untap de Basaltt com os Anéis, precisando, assim, de duas manas adicionais para o processo – o resultado será mana incolor infinita, uma vez que, quando o Monolito desvirar, teremos ainda um trigg de untap na pilha e mais três manas para copiá-lo e dar sequência ao combo. Com mana incolor infinita, poderemos ativar a habilidade de compra do Tampo, e, então, copiá-la com Rings até que todas as cartas do deck estejam em nossa mão. Finalizaremos o jogo com [card](Jace, Wielder of Mysteries), e seu efeito estático de [card](Laboratory Maniac) após ativarmos seu +1, descartarmos o Tampo do topo de nosso grimório e comprarmos uma carta (para baixar o PW, podemos aproveitar a mana infinita incolor para jogarmos [card](Gilded Lotus) ou qualquer outra combinação de pedras que gerem três manas azuis). [deck](18630) Podemos ver que toda nossa lista é baseada em buscar o Véu o mais rápido possível, nos dar alternativas de compra e de respostas para cadenciar o jogo e nos proteger enquanto os oponentes desenvolvem ameaças ao nosso plano, tornando a escolha de velocidade e postura de jogo uma ferramenta para o piloto, o qual deve ter certa vivência com o baralho para entender exatamente as situações onde cada comportamento deve ser adotado. Um detalhe importante ainda não citado é sobre a inclusão de [card](High Tide), a qual permite um combo de [card](The Chain Veil) + Teferi (CVT) com apenas três ilhas no campo. *CONCLUSÃO* Assim, após a análise dos argumentos, pode-se, pois, concluir que há mais opções de postura nas builds competitivas; nem sempre buscar sua wincon com todos os seus esforços lhe garantirá o jogo, muito menos travar a mesa sem dó nem piedade. Minha busca pelo deck ideal e com o equilíbrio entre proação e disruptividade se afunila e me leva até Teferi, assim, ainda tenho muito para falar sobre a construção, portanto, àqueles que desejam entender como começar com o deck ou mesmo como substituir peças de alto valor, teremos tais informações em um próximo vídeo sobre Temporal Archmage em meu canal no YouTube. Por hoje ficamos por aqui. Agradeço a todos que tem acompanhado essa série de artigos e peço que sempre deixem seu feedback para continuarmos melhorando. [link](https://www.youtube.com/channel/UCyqfJp8MNsmyE89F2ALRYrg)(Para nos acompanhar no YouTube, acessem o link do canal). Até a próxima, meus queridos!

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Thiago

Jogador de Magic desde Tarkir, sou apaixonado por interações e sinergias que quebram a curva do jogo. Para mim, o cEDH é o teste máximo para o jogador de Magic, tanto para deck build, quanto para gameplay. Para me acompanhar no YouTube, acessem meu canal.

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