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Thiago

Decks tempo no Commander - Najeela, the Blade-Blossom

Passada a euforia de Eldraine, voltamos para nossa normalidade onde explicamos conceitos do jogo aplicados ao Commander, bem como podemos usá-los nos mesões mundo a fora.

Olá, meus queridos! Tudo bem com vocês? Meu nome é Fogaça e estou aqui novamente para falar sobre Commander. Passada a euforia de Eldraine, voltamos para nossa normalidade onde explicamos conceitos do jogo aplicados ao Commander, bem como podemos usá-los nos mesões mundo a fora. Pensei muito sobre qual seria nosso próximo passo, e, após essa análise, percebi que bases de outros formatos também merecem uma dissertação e uma associação com um comandante, por isso, hoje falaremos nossa general tempo mais aclamada: [card](Najeela, the Blade-Blossom). [cardinfo](Najeela, the Blade-Blossom) *CONCEPÇÕES INICIAIS* Para explicar o que seria um deck tempo, devemos pensar em uma bomba-relógio – quanto mais o jogo se sucede, mais próximos do objetivo nós nos encontramos, sendo que temos um progresso contínuo, como se fossem os segundos passando. Uma construção tempo deve desenvolver seu jogo de uma forma que agrida e controle simultaneamente, sempre dando a entender que, se nada mudar, o jogo se encerrará. Agora que entendemos como nosso clock funcionará, devemos imaginar a comandante, de modo que possamos desmistificar a idéia de tribal de guerreiros; a própria Najeela é uma bomba em potencial para colocar pressão na mesa, além do fato de que sua habilidade poderá ser usada em seus próprios tokens, desenvolvendo um gameplan mais consistente do que um baseado na estratégia tribal. *CONSTRUÇÃO DO DECK* Para maximizarmos o medo que nossa general impõe, precisaremos de três coisas: velocidade, consistência e uma maneira segura de vencer. Primeiramente, entendemos que nossos ramps nos providenciarão a velocidade pela qual tateamos; em seguida, a consistência será provida pela massa de tutores em nossa lista, tendo o objetivo de responder as condições impostas pelos oponentes e manter nosso jogo seguro, além de um possível all-in em certas circunstâncias; por fim, iremos usufruir da interação de [card](Derevi, Empyrial Tactician), [card](Vontade da Natureza), [card](Repositório Druídico) e [card](Espada do Banquete e Fome) junto a nossa querida guerreira para desvirar nossos terrenos após cada fase de combate que nos for proporcionada, resultando em um loop onde criaremos guerreiros infinitos em ataques ilimitados. [deck](14450) O segredo de nossa lista vem da simplicidade agregada com a disponibilidade das cinco cores de mana, possibilitando os recursos de compra e controle mais eficientes disponíveis para nosso orçamento. Alguns efeitos específicos para o arquétipo em si também nos dão valor, assim como o exemplo de [card](Edric, Espião-mestre de Trest), e sua draw engine relacionada ao dano de combate. *SUBSTITUIÇÃO DE CARTAS DE ALTO VALO E POR ONDE COMEÇAR?* Resolvi unificar as duas sessões para este artigo por um simples motivo: ambas envolverão uma alteração na idéia primordial da construção. A lista que apresentamos apenas é assim por possuir o melhor de cada cor aliado à nossa estratégia, portanto, para alterar esse fato, seja por questões financeiras, seja por disponibilidade de cartas, deveremos focar em outros pontos os quais poderão ser aproveitados com um menor gasto e uma construção alternativa. Penso que efeitos de entrada no campo (como [card](Tremores de Impacto)) ou relacionados a criaturas viradas (ao exemplo de [card](Trono do Faraó-Deus)) possibilitam uma nova cara para um deck preenchido de staples, assim como o foco em uma única peça de combo menos expansiva (seja Derevi ou Repositório) – este deve estar aliado com a utilização de tutores adequados para as peças escolhidas ([card](Zur, o Encantador), para o [card](Repositório Druídico) e [card](Chamado de Eladamri) para [card](Empyrial Tactician) são exemplificações perfeitas). *CONCLUSÃO* Após a análise dos argumentos, pode-se, pois, concluir que não devemos desvalorizar conceitos básicos dos formatos construídos apenas por presunção. Mesmo que o Commander tenha suas especificidades, o Magic se constrói por padrões básicos e interpretações de idéias que foram desenvolvidas ao longo dos mais de 25 anos de jogo. Por hoje ficamos por aqui. Agradeço a todos que tem acompanhado essa série de artigos e peço que sempre deixem seu feedback para continuarmos melhorando. Até a próxima, meus queridos!

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Thiago

Jogador de Magic desde Tarkir, sou apaixonado por interações e sinergias que quebram a curva do jogo. Para mim, o cEDH é o teste máximo para o jogador de Magic, tanto para deck build, quanto para gameplay. Para me acompanhar no YouTube, acessem meu canal.

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