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ThiagoAlmeida

Sobre o último anúncio de banimentos

Nesse artigo trago minha opinião sobre os banimentos do dia 13/01/2010, assim como o que concordo e discordo da postura da Wizards of the Coast quanto a essas decisões.

Mais uma vez a WotC nos surpreende trazendo [link](https://cardsrealm.com/artigos/explicacoes-da-wizards-para-banir-oko-mox-opal-e-trelica-no-modern)(mais mudanças do que o esperado em seu anuncio sobre a banlist). Depois de muitos ficarem surpresos com o Looting caindo junto com Hogaak e a Stoneforge Mystic saindo do submundo bem no estilo Theros, agora foi a vez de Mox Opal e Mycosynth Lattice serem exiladas junto com Oko, Ladrão de Formatos. Nesse artigo trago minha opinião sobre o banimento de cada uma dessas cartas, assim como o que concordo e discordo da postura da Wizards of the Coast (WotC) quanto a essas decisões. *Oko, Thief of Crowns* [image](https://cardsrealm.com/images/cartas/en/celd-eld-collector-boosters-oko-thief-of-crowns-271.jpg) Banimento foi justo e já era esperado. Neste ponto concordei com a postura da WotC de ter dado tempo para o formato se adaptar. O metagame Modern normalmente encontra maneiras de lidar com as novas cartas que estão impactando o formato, como pudermos ver no início do ano passado com a [card](Arclight Phoenix), que não precisou de um banimento. Para quebrar rápido o formato, tem que ser uma carta muito degenerada (fala ae [card](Hogaak, Arisen Necropolis)) e pelo fato de a princípio o Oko ser jogado em estratégias Midrange, demorou um pouco para observarmos sua dominância. Porém, depois desses 3 meses provou-se que a melhor resposta para o Oko era usar seu próprio Oko no deck. Vimos vários decks tradicionais do modern, como Infect, UW Control, variações da TitanRamp , Jund, e [link](https://www.mtggoldfish.com/deck/2587242#paper)(Burn Oko 5-0 meme) dando algum jeito de incluir essa carta em suas listas. E semana passada já tínhamos mais de 40% dos decks usando [card](Oko, Thief of Crowns). Fora isso, ela era uma das cartas que deixava o Simic Urza (deck do momento a ser vencido) extremamente consistente em lidar com ameaças. Por esses e outros motivos (Burn começou a perder pra Infect) o banimento foi justo e necessário. Agora a grande pergunta é: [image](https://cardsrealm.com/images/uploads/1579021881.jpeg) Quanto tempo será que essa carta dura no Legacy? Quantas vezes mais vamos ver [link](https://twitter.com/lsv/status/1191043545940889600?lang=en)(Black Lotus sendo transformada em Elks no Vintage?!) Bom... isso é um assunto pra outro artigo. Próximo! *Mox Opal* [image](https://cardsrealm.com/images/cartas/en/mps-kaladesh-inventions-mox-opal-19.jpg) Na tentativa de conter a supremacia que estratégias Midrange com [card](Urza, Lord High Artificer) estão tendo no formato, a WotC julgou necessário incluir Mox Opal na lista de banimento. Muitos dirão que é uma carta que já estava no radar deles por 5~6 anos e que ela possibilitava estratégias degeneradas no formato. Concordo com todos esses argumentos, porém acredito que todo deck Modern de alguma forma faz algo degenerado ou é extremamente eficiente em degenerar as jogadas degeneradas do oponente. Então não levo em conta esses argumentos como decisivos para um banimento. Pra mim esse ban entra no mesmo caso que o [card](Faithless Looting). Um mal necessário por causa do mau design das cartas novas. Não coloco no mesmo barco que a [card](Bridge from Below) porque eu acho que os decks Urza não vão continuar roubados que nem foi o caso do Hogaak após este ban. Muita da explosão do deck vinha dele consistentemente conjurar o Urza no turno 2, ou conjurar no turno 3 e ter artefatos o suficiente em campo para gerar mana para um [card](Cryptic Command) ou [card](Metallic Rebuke). Sem [card](Mox Opal), isso é mais complicado. Muitos falaram que [card](Urza, Lord High Artificer) deveria ser a carta banida. Acredito que se o deck conseguir manter essa consistência usando [card](Mox Amber), de fato o artífice alto vai ser convidado a se retirar. Caso contrário, ficamos com o [card](Sword of the Meek) + [card](Thopter Foundry) sendo mais um dos vários combos dentro do formato, e vida que segue. *Mycosynth Lattice* [image](https://cardsrealm.com/images/cartas/en/bbd-battlebond-mycosynth-lattice-241.jpg) Foi um ban que eu não concordo, e aproveito para criticar a postura da WotC neste ponto. O ban faz todo sentido seguindo o argumento deles de o combo Lattice + [card](Karn, The Great Creator) leva a "jogos não divertidos". Isso é verdade para mim e muito outros que não joga de Tron, Eldrazi Tron e estratégias do tipo "prison". Mas quem joga com os decks tem todo direito de usar suas cartas e se divertir com o combo "chato". Concordo com o argumento de "não é divertido" quando de fato o jogo fica insuportável por causa da carta, como era o caso com [card](Krark-Clan Ironworks) e [card](Nexus of Fate). Nestes decks, você se sentia meio que obrigado a continuar porque ainda havia a possibilidade do oponente errar o combo ou não achar a wincon. Então em um torneio sério não dava pra conceder logo de cara. Na grande maioria das vezes, o combo Karn + Lattice é diferente. Uma vez que as duas cartas estão no campo de batalha, nada que você faça pode alterar o estado desse jogo. Sua única opção é atacar com seus bichos. Se der pra ganhar assim, você continua o jogo. Caso contrário, você e o oponente vão ficar comprando até ele achar a wincon dele e vencer. Ai cabe o bom senso de cada um em não jogar devagar de propósito (o que é contra as regras) ou conceder a partida que considera perdida. *WotC Design Team* Merecia ban!! (brincadeira hahaha). Após o anúncio do banimento de [card](Oko, Thief of Crowns) no Standard, a equipe de design lançou [link](https://magic.wizards.com/en/articles/archive/feature/play-design-lessons-learned-2019-11-18)(um artigo se justificando). Eles deixaram claro no artigo que, ao longo dos últimos anos, mudaram a postura de como fazer os designs das cartas. De acordo com o que disseram, durante os últimos anos eles estavam "errando pra baixo" o power level das cartas, e isso acabava causando banimentos que não eram pra ser necessários no Standard. E agora, se for pra errar, eles vão "errar pra cima". Vimos muito isso nas últimos coleções de Magic. Posso citar fácil várias cartas que foram problemáticas em diversos formatos: [card](Karn, The Great Creator), [card](Narset, Parter of Veils), [card](Teferi, Time Raveler), [card](Field of The Dead), [card](Veil of Summer), [card](Once Upon a Time) e nosso amigão Broko, dentro outras que eu provavelmente esqueci. Como eles só estão admitindo isso como um problema agora, e as coleções são projetadas com 1~2 anos de antecedência, não esperem que essa situação mude muito daqui pra frente. Em Theros, Beyond Death mesmo já vimos cartas como [card](Heliod, Sun-Crowned) e [card](Underworld Breach) que têm um potencial grande de quebrarem formatos. Pra Ikoria, CoreSet Teferi, enfim... pra 2020 esperem mais "emoções" rolando nos nossos queridos formatos eternos, o que é horrivel pro nosso bolso, mas ótimo pra xingar muito no Twitter.

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Kaylani

Manual do cEDH - Avaliação de Ameaças


*Índice* [link](https://cardsrealm.com/artigos/manual-do-cedh---avaliacao-de-ameacas)(1. Avaliação de ameaças) [link](https://cardsrealm.com/artigos/manual-do-cedh---cenarios-de-jogo)(2. Cenários de Jogo) 3. Arquétipos *INTRODUÇÃO* *A threat assessment is an evaluation of events that can adversely affect operations and/or specific assets. Historical information is a primary source for threat assessments, including past criminal and terrorist events. A comprehensive threat assessment considers actual, inherent, and potential threats* [1] Naturalmente, para se atingir um bom nível de *avaliação de ameaças* é necessário conhecimento profundo sobre o formato e no EDH. Magic é um jogo que recompensa a boa utilização de recursos limitados. As decisões que levam uma partida à vitória começam na construção do deck e vão até a última rodada de prioridade. Este artigo irá discutir as tomadas de decisão feitas durante a partida, mas isso não quer dizer que você não precisa se preocupar em montar o seu deck. Afinal, assumiremos aqui que todos os decks foram montados com a intenção de vencer. Mas mesmo um deck com poucas interações deve tomar decisões diferentes em um cenário *multiplayer*, o jogador de AGGRO no mínimo precisa pensar em quem atacar e essas decisões, quando feitas corretamente, aumentam as chances de vitória. Este é o primeiro artigo de vários que deixarei aqui. Como leitura adicional deixarei um link no final de cada artigo para um PDF com o conteúdo para leitura adicional. As contribuições dos artigos são as seguintes: - Um local centralizado para referências e fontes para leitura adicional; - Servir como ponto de partida para o leitor que deseja melhorar suas capacidades de Threat Assessment; - Uma análise não exaustiva dos decks representativos do Metagame EDH atual. *AVALIAÇÃO DE AMEAÇAS* *Motivação* Em quase todas as partidas nós tomaremos as seguintes decisões: [image](https://cardsrealm.com/images/cartas/en/ima-iconic-masters-mana-drain-65.jpg) *Devo anular essa mágica?* Devido a um período de transformação natural no *metagame*, onde decks passaram a utilizar permanentes para angariar recursos ao longo do jogo e se tornaram capazes de vencer o jogo com um *board state* mínimo, o uso de anulações tem se provado cada vez mais complexo de se avaliar. Os decks passaram a utilizar mais remoções e cartas com efeitos adicionais como formas de interação na pilha (cartas como [card](Drown in the Loch) e [card](Veil of Summer)), porém estrelas do formato continuam presentes: [card](Mana Drain), [card](Swan Song), [card](Flusterstorm) etc. Aqui, é importante analisar o estado da mesa, visto que essas cartas são preciosas para proteger suas próprias condições de vitória. Busque tentar responder: *"Quem recebe prioridade antes de mim? Quem recebe prioridade depois de mim? Eu posso me dar ao luxo de guardar minha resposta para que outro jogador utilize a dele? Haverá outra oportunidade de interagir ou o jogo estará perdido com a resolução desta mágica?"* Counterspells dobram como proteção para você, lembre-se disso e utilize-os de acordo. *Devo usar minha remoção nessa permanente?* O princípio aqui é análogo ao anterior, porém, com a escolha devendo ser feita após a resolução da mágica. Remoções pontuais também não devem ser usadas levianamente, decks competitivos costumam utilizar remoções para lidar com permanentes problemáticas (que atrapalham o seu plano de jogo). De forma geral, esqueça aquele [card](Abrupt Decay) no [card](Sol Ring) de um jogador apenas porque ele acelerou no turno 1. Lembre-se também de que toda regra tem exceções, utilize suas remoções abertamente caso a permanente em questão possa levar um jogador à vitória. *Devo atacar?* Em cEDH quase todas as partidas serão decididas por um combo ao invés do tradicional dano de combate, exceto em algumas ocasiões (Najeela), porém a fase de combate deve ser utilizada para reduzir as margens de vitória de decks que utilizam pontos de vida como recurso. Caso você seja o deck que utiliza sua vida para comprar cartas ([card](Sylvan Library)), é necessário analisar a mesa para decidir se as criaturas que você usaria para atacar poderiam ser usadas como bloqueadoras. Em um *metagame* dominado por Tymnas é importante levar em consideração a quantidade de dano causada a um jogador em relação a um *draw* adicional ao jogador de Tymna. *Quem devo atacar?* Como dito, a fase de combate não deve ser vista como uma maneira de finalizar a partida, mas sim como um meio de dano incidental que prejudica decks que abusam os 40 pontos de vida iniciais. Decks como Shimmer Zur tem como estratégia principal buscar Necropotência e encher a mão para finalizar o jogo na *end step*. Ad Nauseam também é largamente utilizado como *wincon* no formato e deve ser levado em conta ao escolher o jogador que deve ser atacado. *Eu preciso passar o turno com quantas manas em pé?* O *metagame* tem o costume de se adaptar de forma cíclica, onde os decks se tornam cada vez mais rápidos e gananciosos para outras estratégias que buscam grindar melhor até o *late game* possam predar nos decks mais gananciosos. Mesmo sem uma análise extensiva sobre o *metagame*, o cEDH é um "formato turno três", ou seja, o terceiro turno é quando os jogadores apresentam jogadas de grande importância. A heurística de esperar ameaças a partir do terceiro turno é grosseira, então, a decisão de representar respostas deve ser função da composição do POD. Com 3 decks FLASH HULK na mesa é certo de que um dos jogadores irá esperar uma brecha a partir do segundo turno, enquanto numa mesa com decks mais lentos é possível utilizar melhor o *early game* para desenvolver o *board* e talvez até passar o turno sem representar respostas. Há uma necessidade de otimizar o comprometimento em desenvolver *board* e tentar para outros jogadores. [image](https://cardsrealm.com/images/cartas/en/a25-masters-25-flash-57.jpg) *Será que alguém tem uma resposta para a minha ação? Qual? Devo continuar mesmo assim?* *Por ser um conceito muito genérico, não há uma forma de estabelecer regras para escolher o melhor momento para realizar uma ação, então, é necessário observar o cenário da mesa antes. Conhecimento sobre os decks na partida é essencial para entender quais respostas cada jogador pode estar representando em cada momento do jogo, este conceito parece (e é) complexo, porém alguns cenários se repetem e podem ser facilmente identificados. Exemplos: Piloto de Gitrog passou com 5 Manas em pé e não castou o sapo, não fique supreso em ver um Ad Nauseam. Jogador com 2 Manas azuis em pé, espere [card](Counterspell) / [card](Mana Drain)... [image](https://cardsrealm.com/images/cartas/en/ala-shards-of-alara-ad-nauseam-63.jpg) *Quando é a melhor hora para eu tentar ganhar o jogo?* Outra pergunta sem resposta fácil. É uma questão de saber analisar sua posição no contexto do Pod. Alguns decks são montados para gerar *card advantage* e ganhar no *late game* enquanto outros priorizam velocidade e consistência (First Sliver Food Chain) e perdem potência após o *early game*. Mesmo que não conhecidas *a priori*, essas perguntas possuem respostas ótimas. O jogador que falha em reconhecer como utilizar seus recursos e em identificar seu papel provavelmente terá dificuldades para atingir a vitória, ou ... *"The player who misassigns himself is inevitably the loser"* [2]. Naturalmente, decisões como *Whos's The Beatdown* possuem um pouco mais de nuance em um formato *multiplayer*, onde o resultado da partida não dependerá apenas da interação entre um jogador e seu oponente, mas sim, das interações entre quatro jogadores. O resultado mais favorável se apresentará, quase que exclusivamente, ao jogador que melhor souber se posicionar na mesa. Estas decisões incluirão fatores que podem variar desde o comandante escolhido até quem pegou a mãe de quem na mesa, visto que, por mais que gostemos de falar em decisões ótimas e racionais, é provável que pelo menos um jogador no Pod tome decisões de forma passional. Os artigos irão focar na discussão sobre como tomar decisões durante um jogo sob as seguintes suposições: - Todos os jogadores no pod estão igualmente interessados em vencer; - Todas as decisões tomadas pelos jogadores tem como objetivo, exclusivamente, a vitória da partida; - Fatores externos ao jogo não serão considerados. Abe Sargent levanta pontos interessantes sobre a avaliação de ameaças em um ambiente *multiplayer* [3]. Porém, visto que o foco desta discussão é no ambiente competitivo, é necessário acrescentar algumas informações e discordar de outras. Mas até mesmo em ambientes competitivos, alguns dos erros mencionados por Sargent são comumente cometidos (normalmente por ignorância) e podem ser facilmente corrigidos, são eles: A ameaça não é necessariamente o jogador: - Que tem mais interações; - Que tem permanentes mais poderosas; - Que interagiu com alguma ação sua previamente. A fim de ser capaz de avaliar corretamente os cenários de jogo, é necessário desenvolver algumas habilidades. O foco destes artigos será estimular o desenvolvimento dessas habilidades através de uma discussão inicial. Estas habilidades são: *Conhecimento do formato* Isto envolve conhecimento profundo sobre as cartas disponíveis para o formato (banlist), cartas viáveis, estratégias viáveis, decks presentes e possíveis interações representadas pelos outros jogadores. Para este fim, é apresentada uma análise extensiva, porém não exaustiva, dos arquétipos presentes no formato no artigo futuro (Arquétipos). *Familiaridade com o deck pilotado* É de vital importância conhecer os mecanismos e objetivos do deck escolhido. Artigo futuro (Arquétipos) pode ser de grande ajuda para a escolha dos decks, porém, as referências incluídas devem ser utilizadas para obter uma análise detalhada do funcionamento de cada deck/arquétipo [4]. Esta análise está fora do escopo destes artigos. *Ter conhecimento prévio sobre cenários recorrentes* Um ponto chave, porém impossível de ser completamente desenvolvido de forma teórica. Estes artigos não tornarão o leitor um ótimo jogador, porém devem auxiliá-lo em polir habilidades necessárias que devem ser testadas na prática. Artigo futuro (Cenários) serve para demonstrar algumas decisões comuns que o leitor deve encontrar durante seus jogos. [link](https://github.com/kaylani2/cedh-ta)(Leitura adicional - spoiler dos próximos artigos - e PDF centralizado) *REFERÊNCIAS* [1] D. Philpott, “Appendix f - best practice #2: Forensic methodology,” in Security Consulting (Fourth Edition) (D. Philpott, ed.), pp. 231 – 236, Butterworth-Heinemann, fourth edition ed., 2013. [2] M. Flores, “Who’s the beatdown?.” [link](https://articles.starcitygames.com/premium/whos-the-beatdown/)(https://articles.starcitygames.com/premium/whos-the-beatdown/), 1999. Acessado em 22/12/2019. [3] A. Sargent, “Threat assessment 101.” [link](https://www.coolstuffinc.com/a/abesargent-090114-threat-assessment-101)(https://www.coolstuffinc.com/a/abesargent-090114-threat-assessment-101), 2014. Acessado em 01/11/2019. [4] AverageDragon, “cedh decklist database.” [link](https://cedh-decklist-database.xyz/primary.html)(https://cedh-decklist-database.xyz/primary.html), 2019. Acessado em 22/12/2019.

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Kaylani

Kaylani Bochie iniciou no Magic em Mirrodin, no final de 2003. Foi iniciado no cEDH em 2016, pelo interesse natural em otimizar estratégias no Commander. Busca decks control em todos os formatos e está sempre à procura do “2-por-1” perfeito.

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