Do Lixo ao Luxo: 10 Cards "Ruins" que se tornaram Staples de Magic!

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Nem todo card nasce uma staple ou é tratado como injogável para sempre. Neste artigo, apresentamos dez casos de cards deixados em pilhas de bulk dos jogadores até, um dia, se tornarem staples competitivas de Magic: The Gathering!

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Revisado porTabata Marques

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Com mais de três décadas de história, Magic: The Gathering é um card game em constante evolução, onde o valor de uma carta raramente é imutável com os anos. Apesar de, hoje, o power creep fazer cards já parecerem uma staple no momento em que são lançadas, existem muitos momentos onde o que define um staple é o tempo: uma interação nova, um combo inesperado, ou uma mudança circunstancial em um determinado formato são todos fatores que podem alavancar o status de uma peça de bulk para Staple.

Existem muitos exemplos recentes e icônicos: Dust to Dust no Pauper, por exemplo, só se tornou o que é hoje quando Affinity virou o melhor deck do formato. Outros casos, entretanto, são histórias emblemáticas do jogo — e são nelas que focaremos hoje.

Neste artigo, apresentamos a história de dez cards que trilharam o caminho de "lixo de draft" ou "rara barata" a peças fundamentais que moldaram (e às vezes quebraram) o jogo como o conhecemos.

Necropotence

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Vamos começar com o clássico.

Necropotence é considerado ainda hoje uma das engines de vantagem em cartas mais poderosas de Magic: The Gathering e ensinou a preciosa lição para o mundo de que vida é recurso: pagar um de vida para comprar um card é muito melhor do que preservar essa vida porque os seus draws ampliam outros recursos e garantem mais ameaças e respostas — mas essa não foi a maneira como jogadores e especialistas enxergaram o encantamento em seu lançamento em Ice Age.

A revista InQuest, responsável pelos reviews na época, considerou Necropotence como um dos piores cards de Ice Age. O custo de pular a fase de compra e precisar pagar vida para comprar cards era um efeito notoriamente ruim enquanto, curiosamente, a mesma revista apontou Jester's Cap como a melhor rara da edição.

Mas qualquer ilusão de que era ruim dissipou-se rapidamente: Necropotence provou ser tão poderoso que definiu o Standard de sua época no infame "Black Summer", culminando em deixar uma marca tão evidente que levou ao seu banimento no Extended e no Legacy e também à restrição no Vintage — destino que também foi compartilhado por Yawgmoth's Bargain, a versão "ajustada" do encantamento.

Décadas depois, Necropotence é válido no formato Timeless do Magic Arena, onde protagoniza um arquétipo dominante que pegou cinco dos oito slots de Top 8 do último Arena Championship de 2025.

Tarmogoyf

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Tarmogoyf seguiu uma trajetória similar à de Necropotence, exceto que não havia especialistas dizendo que o card era ruim: a própria base de jogadores decidiu isso quando a criatura foi revelada em Future Sight, sendo a primeira prévia do tipo Planeswalker da história de Magic.

Muitos jogadores olharam para a criatura verde cujo corpo dependia dos tipos de card nos cemitérios e perguntaram: "E daí?" A resposta veio rapidamente nas primeiras semanas após o lançamento de Future Sight: torneio após torneio, mais decks começaram a utilizar Tarmogoyf porque o seu ratio para o custo era muito eficiente: mesmo que ele começasse como um 2/3 por Magic Symbol 1Magic Symbol G, ele eventualmente cresceria para proporções maiores se sua lista permitisse.

Nem sequer era necessário dedicar uma lista a aumentar seu corpo porque ele já faria isso naturalmente: descartes, remoções e criaturas no cemitério já transformariam Goyf em uma ameaça respeitável e redefiniriam o que significava "ameaça eficiente de mana" para o Magic competitivo — toda criatura seria, agora, comparada com Tarmogoyf e, durante anos, eles nem sequer chegavam perto de ser tão bons quanto.

Os formatos eternos foram ainda mais longe: a interação entre Tarmogoyf com Fetch Lands e mágicas baratas serviu de motivador para várias versões distintas de arquétipos de Tempo e Midrange, e o status de Staple de Goyf estava solidificado durante mais de uma década, com direito a ele ser um dos cards mais caros do Modern durante anos e ser o principal motivador para reprint sets como Modern Masters existirem.

Death’s Shadow

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Lançado em Worldwake, Death's Shadow foi inicialmente recebido com desdém. Na época, Mark Rosewater já fazia suas famosas prévias do que esperar da próxima edição, e o comentário dele sobre o card era de uma "criatura 13/13 por uma mana" — uma clara referência ao Phyrexian Dreadnought, uma staple do Legacy ao lado de Stifle.

Quando revelado, pouca importância foi dada para Shadow, e o card só teve os primeiros sinais de potenciais interações quando Varolz, the Scar-Striped foi lançado em Dragon's Maze, onde, em teoria, Death's Shadow seria usado como alimento para colocar 13 marcadores +1/+1 em uma criatura.

Seu status como staple, diferente de outros cards, foi gradual. Death's Shadow aparecia em listas de pseudo-combo com Phyrexian Unlife de vez em quando no Modern e o bloco de Tarkir deu luz ao Shadow Zoo, que visava maximizar o uso de Fetch Lands e Shock Lands para alimentar o cemitério e usar o combo de Become Immense e Temur Battle Rage mais consistentemente, mas ele ainda estava preso a um Tier D do formato.

Sua redenção e eventual sucesso vieram de uma mudança de mentalidade em como abordar o Midrange no Modern: em um formato cheio de Fetch Lands e Shock Lands, já era evidente que a base de mana fazia o suficiente para controlar o total de vida e garantir que Death's Shadow crescesse, bastava o resto funcionar, e Josh Utter-Leyton foi o primeiro jogador a fazer um resultado expressivo com o Jund Shadow, uma variante de Jund que abdicava de vantagem em cartas incremental em troca de um clock mais explosivo e eficácia de mana — saem Dark Confidant, Kalitas Traitor of Ghet e Huntmaster of the Fells e entram Street Wraith, Mishra's Bauble e Traverse the Ulvenwald.

A mudança de rota para uma proposta mais agressiva de Jund se deu pelo Metagame da época, onde o Jund tradicional estava muito desfavorecido pelo crescimento dos arquétipos de Big Mana e Combo como Scapeshift e Tron — duas partidas onde o clock mais agressivo de Death's Shadow brilhava — e logo a nova versão tornou-se o melhor deck do formato, culminando em jogadores buscarem respostas no próprio Shadow em uma nova variante, onde saía Tarmogoyf e toda a base verde e entrava o azul com Snapcaster Mage e cantrips baratas além de Gurmag Angler e Stubborn Denial.

Assim nasceu o Grixis Shadow, que dominou o Metagame do Modern durante 2017 e forçou o formato a se adaptar contra uma estratégia que esteve sempre disponível, mas sempre fora do radar, com direito a vídeo do Luis-Scott Vargas pedindo o banimento de Death's Shadow quando o card Claim // Fame foi revelado.

Mishra’s Bauble

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Mishra's Bauble foi ignorado por mais de uma década e sua ascensão, inicialmente, foi atrelada à popularização do card com o Jund Shadow: repentinamente, o tipo "Artefato" passou a ser relevante para alimentar Tarmogoyf e o Delirium de Traverse the Ulvenwald enquanto garantia uma cantrip gratuita que permitia reduzir a quantidade de terrenos na lista enquanto manipulava o seu topo com Fetch Lands, ou o topo do oponente para extrair mais informação de um Thoughtseize.

Com o tempo, Lantern Control também começou a utilizar o artefato como parte do seu plano de manipular o topo do deck do oponente para controlar seus draws, e conforme os anos passaram, mais importante Bauble se tornou: a mecânica de Companion o transformou em uma fonte recorrente de vantagem em cartas com Lurrus of the Dream-Den, e repentinamente todo arquétipo que pudesse comportar Lurrus no Modern queria utilizar Baubles para gerar valor todo turno, culminando em um dos motivos para o banimento de Lurrus.

Modern Horizons 2 trouxe Dragon's Rage Channeler e Unholy Heat, dois cards com mecânica de Delirium que tornaram-se o cerne do Izzet Murktide, estratégia dominante do formato que utilizou quatro cópias deste artefato para alimentar o cemitério, tanto para aumentar o poder de DRC quanto para agilizar o cast de Murktide Regent.

Hoje, Mishra's Bauble permanece uma staple importante do Modern — seja ao lado de Emry, Lurker of the Loch, Cori-Steel Cutter ou da combinação de Mox Opal, Pinnacle Emissary e Kappa Cannoneer no Affinity, tornando-o hoje um dos cards mais icônicos do formato.

Lion’s Eye Diamond

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A história de Lion's Eye Diamond é talvez a mais icônica dessa lista. Em Mirage, ele era visto como uma piada de mau gosto: uma Black Lotus que exigia que você descartasse sua mão e só podia ser ativada quando pudesse conjurar uma instantânea fez muitos jogadores o considerarem um dos piores cards da história.

A reviravolta veio da combinação de algumas realocações de regras e o lançamento de Infernal Tutor. Jogadores perceberam que, ao conjurar uma mágica e segurar a prioridade, eles podiam ativar Lion's Eye Diamond, descartar a mão e então resolver o feitiço original enquanto ganhavam três manas no processo, transformando LED em um motor de combos para Storm no Legacy e Vintage, onde, combinado com a capacidade de buscar qualquer card do deck com Infernal Tutor ou do Sideboard com Burning Wish, permitia jogadas mais explosivas que, eventualmente, culminaram em seu preço de mais de US$ 500.

Essa linha de jogo, somada à então combinação de "Bomberman" (utilizar Auriok Salvagers para gerar mana infinita com LED) levou também à restrição de Lion's Eye Diamond no Vintage, ao lado da Black Lotus que outrora jogadores a tratavam com desdém por conta do card original.

Flash

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Flash é responsável por uma das histórias mais controversas e confusas de mudanças de regras em Magic. Originalmente lançado em Mirage, o card sofreu uma errata em 1999 por possuir uma interação com Academy Rector, e a mudança surgiu para que o "combo" entre esses dois cards não funcionasse mais.

No entanto, em 2007, Magic passou por outra mudança e clarificação de regras oficiais para diversos cards em sua base de dados oficial, e nela, Flash recebeu uma nova errata, devolvendo ao card o seu texto original, quase um ano após a expansão Dissension trazer o card Protean Hulk, cuja habilidade de buscar criaturas com valor de mana total seis ou menor no momento em que ela morria interagia um pouco bem demais com o trigger de sacrifício da mágica azul — nasceu assim o Flash Hulk, considerado até hoje um dos decks mais quebrados da história do Legacy.

O arquétipo conseguia vencer no primeiro ou segundo turno de forma absurdamente consistente e dominou o Legacy com tamanha folga que era comum encontrar listas cuja estratégia central era combater Flash Hulk. Como apontado por Christopher Coppola em um artigo para a StarCityGames da época, era possível esbarrar em uma lista de Affinity que usava um set completo de Pithing Needle e Tormod's Crypt apenas para lidar com o combo.

Poucos meses depois, o Grand Prix Columbus de 2007 — o maior torneio de Legacy daquele ano com 887 jogadores — foi dominado por Flash Hulk, levando o card a ser banido em junho, deixando sua marca na história do Magic competitivo. O card foi posteriormente banido também do Commander em 2020.

Bazaar of Baghdad

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Lançado em 1994, Bazaar of Baghdad teve muitas histórias e uma mecânica que transforma Magic em um jogo completamente diferente por trás do seu sucesso. Comprar dois cards e descartar três era notavelmente ruim em termos de vantagem em cartas e parecia ir no sentido oposto de Library of Alexandria, nomeada por muitos como o "Power 10" ao lado da famosa lista de Power 9.

Os anos foram generosos com o terreno: antes de existir Legacy como o conhecemos, havia o formato Type 1.5, um formato extraoficial nascido em 2004, feito por jogadores visando banir os cards restritos do Type 1 (atual Vintage). Nele, havia um arquétipo chamado "Dragon.dec" utilizando Bazaar of Baghdad com Reanimate para vencer o jogo (enquanto a lista exata não está disponível, presume-se que o arquétipo se tratava do combo de Worldgorger Dragon com Animate Dead), o que pode ter colaborado para, quando o Legacy foi oficialmente anunciado em 2006, o card ter entrado na primeira lista de Banidas do formato.

Sua verdadeira revolução, no entanto, veio com a mecânica de Dredge em Ravnica. De repente, descartar cartas para comprar mais cartas era o objetivo central de uma estratégia que podia até usar o sistema de mana de Magic e cards de Magic, mas parecia jogar um tipo de jogo completamente diferente de um deck normal de Magic.

Bazaar se tornou a máquina perfeita para o arquétipo: comprava cards para encontrar ou recuperar um card de Dredge e descartava três, enchendo o cemitério de payoffs e elevando o arquétipo a um nível de consistência que o torna uma força reconhecida no formato até hoje, e garante que Bazaar of Baghdad jamais possa deixar a banlist do Legacy.

Dark Depths

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Dark Depths era o sonho impossível e havia uma frustração genuína na promo de Coldsnap ter sido a ficha do terreno: um total de 30 manas para remover todos os marcadores de gelo era um investimento demorado e alto demais, principalmente em um card que não gerava mana e "comia" o seu terreno do turno, deixando-o para trás na partida.

Combos até existiam quando o card foi lançado: Aether Snap retirava seus marcadores instantaneamente por cinco manas e garantia que a ficha 20/20 de Marit Lage entrasse em jogo, mas exigia esforço demais e, pelo menos, seis turnos para funcionar.

O status como staple surge a partir de um card que não foi originalmente planejado com Dark Depths em mente: Vampire Hexmage tinha uma linha de texto que a tornou a primeira criatura com uma linha de texto que permitia destruir Planeswalkers, mas jogadores logo perceberam que poderiam sacrificá-la para tirar todos os marcadores de Dark Depths e ganhar uma ficha de Marit Lage no segundo turno.

Repentinamente, HexDepths era o melhor deck do Extended, e se mesclava com o combo de Thopter Foundry e Sword of the Meek para criar um deck consistente em executar dois combos distintos que conseguiam operar muito bem em uma shell de Control: Depths atacava o início de jogo e nunca perdia utilidade enquanto Thopter Sword garantia inevitabilidade no late-game se o jogador buscasse um Time Sieve e tivesse seis manas disponíveis para jogar turnos infinitos.

Anos depois, Thespian's Stage universalizou Dark Depths para outras cores, e apesar de o card ter sido preventivamente banido do Modern, ela permanece como uma staple do Legacy em diversas variantes de duas cores e até com uma versão explosiva de Mono Black.

Hypergenesis / Living End

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Time Spiral trouxe um ciclo de cards com Suspend que não possuíam custo de mana e o único jeito de jogá-las era conjurando-as no início do jogo e torcendo para a partida durar turnos o suficiente para elas resolverem. Algumas staples, como Lotus Bloom, encontraram lares ainda no Standard daquele tempo em listas de Dragonstorm, e Ancestral Vision esteve presente em diversos decks azuis durante anos pela vantagem em carta de longo prazo que oferecia para arquétipos como Faeries, mas outros cards não tiveram a mesma sorte.

Outras peças como Hypergenesis até tinham potencial e viam algum jogo, mas requeriam setup demais e suas jogadas eram muito telegrafadas ao ponto de que o oponente podia facilmente preparar um Counterspell ou qualquer outra mágica para resolver o problema quando os três turnos finalizassem, tornando-o apenas um combo divertido, mas Alara Reborn mudou a percepção de custos de mana com a mecânica de Cascade.

Cartas como Violent Outburst e Ardent Plea permitiam "ignorar" o custo de Suspend porque enxergavam apenas o valor de mana do card e não seu custo, e para fins práticos, toda mágica sem custo de mana tinha valor zero — bastou criar uma lista em torno dessa interação e, repentinamente, Hypergenesis havia se tornado uma staple do Extended e um dos decks mais ágeis do formato, culminando em seu banimento preventivo no Modern em 2011.

Mas a mecânica de Cascade permaneceu como um forte representante no formato: Living End aproveitou a mecânica de Cycling anos depois para criar um arquétipo que podia consistentemente apresentar vinte ou mais de poder na mesa tão cedo quanto no terceiro turno, e foi evoluindo ano após ano até chegar no ponto em que continua sendo um dos decks mais importantes do Modern hoje, com uma base inteiramente reestruturada se comparado com sua lista original.

Cascade, inclusive, se tornou uma das mecânicas mais controversas e quebradas de Magic com o passar dos anos. Cards como Beck // Call e Valki, God of Lies testaram os limites de arquétipos baseados em burlar esses custos alternativos obrigatórios até o ponto da Wizards of the Coast lançar uma errata, fazendo com que Cascade enxergue, em cards de dupla-face ou modais, o valor de mana somado de ambas as partes.

Rhystic Study

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Rhystic Study foi parte de uma mecânica que, enquanto parecia um jeito interessante de taxar a mana do oponente, era muito fácil de jogar em volta do encantamento ou ignorá-lo porque ele era uma fonte inconsistente de vantagem em cartas, e assim permanece no ambiente de 1v1 até hoje.

O que a salvou e a transformou em um dos cards mais cobiçados por jogadores de Magic hoje foi a popularização do Commander e a transformação do formato no "principal jeito de jogar Magic" para a maioria do público: em uma mesa multiplayer, é logisticamente impossível que todos os três oponentes paguem uma mana extra para cada card que conjurarem.

Como resultado, Rhystic Study se transformou em uma máquina de comprar cartas quase garantida todo ciclo de turno, gerando uma vantagem massiva e inevitável que tornou a frase "mas vai pagar um?" uma das mais odiadas pela comunidade, e lhe rendeu o posto de um dos principais Game Changers do formato hoje.

Conclusão

Isso é tudo por hoje!

Em caso de dúvidas, fique à vontade para deixar um comentário!

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