Magic: the Gathering

Review

Modern: Review de Lorwyn Eclipsed

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Neste artigo, avaliamos os principais cards de Lorwyn Eclipsed para o Modern!

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revisado por Tabata Marques

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A temporada de lançamentos de Magic: The Gathering para 2026 começou! Lorwyn Eclipsed, a primeira das três expansões in-universe do jogo e primeira dos sete lançamentos previstos para 2026, traz os jogadores de volta a um plano lotado de criaturas místicas e fábulas, com o retorno ao lar icônico de Elfos, Goblins, Fadas, Kithkins e Elementais.

Com as prévias chegando ao fim, é dado o início da nossa temporada de Reviews na Cards Realm, onde destacamos as maiores novidades da expansão para os principais formatos de Magic: The Gathering — neste artigo, abordamos o Modern!

Branco

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A falta de valor imediato faz Kinscaer Sentry precisar trabalhar muito pelos seus slots, mas entre o Lifelink e a habilidade de recursão que funciona bem ao lado de Voice of Victory e a base de Energy, é possível considerar alguns testes com o card, mas sem grandes expectativas.

Azul

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Os poucos jogadores que ainda tentam jogar com decks de Faeries no Modern receberam em Flitterwing Nuisance a melhor adição para o arquétipo, mas o nível de poder do card é um pouco baixo demais para os padrões do Modern, especialmente se considerarmos que ele morre instantaneamente para Orcish Bowmasters antes de gerar qualquer valor.

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Podem existir casos em que ter mais um Merfolk em jogo através de uma ficha faça diferença nos slots de two-drops do arquétipo. Somado a qualquer um dos lordes, falamos de cinco de poder extra por duas manas e/ou a uma ativação de Aether Vial de distância — mas os slots de two-drops já estão abarrotados neste deck.

Preto

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Como um fã de Death’s Shadow, gostaria de estar mais animado com Moonshadow, mas ele tem mais semelhanças com Stalactite Stalker, que tinha bastante potencial no Modern, mas nunca foi devidamente utilizado.

Talvez um deck com Street Wraith, muitas Fetch Lands e outros jeitos de colocar permanentes no cemitério pelo menor custo possível encontre espaço para testá-lo, mas quão melhor Moonshadow será quando comparado com Nethergoyf, que cresce com mais naturalidade e não requer “guardar” recursos para ativá-lo? E o quanto ter um 7/7 no fim do processo valerá realmente a pena quando comparado com o resto?

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Fatal Push ainda vê jogo no Modern e Requiting Hex é um bom complemento em velocidade instantânea. No entanto, a troca de dois de vida ao invés do Revolt parece pouco relevante até quando estamos enfrentando uma estratégia hiper-agressiva como Prowess.

Vermelho

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Spider-Punk se tornou uma peça no Sideboard do Living End e Hexing Squelcher provavelmente é um card melhor, visto que o Ward 2 conta para todas as criaturas e não apenas para Goblins, dificultando tanto os Counterspells dos oponentes quanto punindo-os por interagir com suas criaturas por meio de remoções pontuais.

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Entre Agent of Treachery, Master of Cruelties, Famished Worldsire e Hornet Queen, existem alvos suficientes para considerar algum deck com Meek Attack, com os mais prováveis envolvendo Hornet Queen ou Agent of Treachery visto que estes interagem com Ephemerate e Phelia, Exuberant Shepherd. Se seguirmos essa linha, alguns dos alvos que você pode desejar usar com o encantamento, se necessário, envolvem Solitude.

Também é possível considerar linhas com Kiki-Jiki, Mirror-Breaker e criaturas que desviram como Deceiver Exarch ou Pestermite, mas estaríamos adicionando mais cópias de cards “inúteis” para um combo que, naturalmente, já seria mais caro do que o Splinter Twin original.

Verde

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Formidable Speaker é possivelmente o melhor card do novo set para o Modern, começando por um combo de duas cartas: Que tal garantir o hit-kill de Samwise Gamgee com Cauldron Familiar utilizando o mesmo card, e um que podemos incluir nos slots de Birthing Ritual sem grande dificuldade enquanto ganhamos também alguma redundância no “toolbox” do arquétipo?

Ou a possibilidade de usarmos Formidable Speaker para buscar Primeval Titan e, no turno seguinte, podermos gerar mana extra com uma Bounce Land para acelerar o cast do Titan? E que tal se o habilitador deste “combo” para ambos os casos for também um alvo de Green Sun’s Zenith?

Podemos considerar também a possibilidade de descartar criaturas para Agatha’s Soul Cauldron, como Walking Ballista, enquanto buscamos Heliod, Sun-Crowned ou Yawgmoth, Thran Physician, que agora possuem também um “pseudo-tutor” em Formidable Speaker pela mesma combinação mencionada acima com Green Sun’s Zenith.

Em resumo, há tanto potencial no card de Depraz para o Modern que não me surpreenderia o jogador tê-lo feito considerando o formato em si, e não a possibilidade dele ser uma staple de Cubo ou Commander, e basta descobrirmos onde exatamente o novo elfo será mais eficaz.

Multicolorido

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Enquanto improvável, vale mencionar que Abigale, Eloquent First-Year transforma Death’s Shadow em um 13/13 com Flying, First Strike e Lifelink. Há alguns anos, SaffronOlive apresentou um deck budget de Mono Black Shadow para o Modern, e Abigale tem função parecida com a de Temur Battle Rage nessa variante, mesmo que com o “downgrade” de destruir as demais Shadows se a versão sem habilidades conectar.

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Catharsis oferece um complemento para outro deck de tempos passados, 8-Whack. Não creio que o arquétipo será competitivo com essa adição e tampouco o card terá qualquer papel importante em listas de Energy pelo seu custo alto e pouca efetividade em seus custos alternativos.

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Deceit oferece um Bounce e um Distress com um corpo 5/5 que pode ser devolvido do cemitério com Living End. Parece uma boa peça de interação que também serve como alimento para o combo e para protegê-lo com Force of Negation e Subtlety.

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Apesar do espaço de um splash de Magic Symbol W no Merfolks apenas para Deepway Navigator ser questionável, o card também funciona como um Deceiver Exarch de duas manas se utilizado no fim do turno do oponente: encantado com uma Splinter Twin, Navigator pode criar uma cópia de si que, no ETB, desvirará cada Merfolk em jogo, incluindo o original.

Acredito que essa adição faz muito pouco em tornar o Splinter Twin um deck viável, porque o problema de ainda estarmos tentando um combo dependente de não tomar um dois-pra-um enquanto nos viramos para quatro manas em um Metagame de Solitude e outras remoções super-eficientes não é resolvido com um two-drop, mas o splash de Magic Symbol W e a redundância do card podem trazer alguma novidade para essa estratégia.

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A habilidade de Unearth em Emptiness pode ser interessante para formatos que não possuem o card, como no Pioneer, para devolver Abhorrent Oculus e afins. No Modern, duas manas parece lento demais para esse tipo de efeito.

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A velocidade de feitiço e a necessidade de um splash de Magic Symbol W praticamente inviabilizam Sygg’s Command no Merfolks, dado que seu uso poderia ser atrapalhado por Harbinger of the Seas enquanto, por três manas, o card não faz nada que o arquétipo precise neste momento.

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Tam, Mindful First-Year é uma pseudo-Giver of Runes verde/azul por duas manas, tornando-a um potencial alvo para o toolbox de Green Sun’s Zenith quando desejamos proteger uma criatura essencial para um combo ou garantir que uma peça-chave ou condição de vitória permaneça protegida — desde que o oponente não esteja utilizando Kozilek’s Command.

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Living End não tem utilizado Magic Symbol R em suas listas e Vibrance não parece suficiente para fazer o arquétipo mudar essa postura sem Fury no formato.

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Por outro lado, Wistfulness parece uma staple instantânea para Living End e talvez para outras estratégias que utilizam Foundation Breaker. Por duas manas, ele funciona como um “Looting”, então alimenta diretamente o plano do jogo deste deck enquanto coloca um 6/5 no cemitério, ou ele também funciona para lidar com a maioria dos hates comuns do formato enquanto também resolve alguns artefatos e encantamentos problemáticos de outros arquétipos.

Concluindo

Isso é tudo por hoje!

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