Cartas banidas deveriam ter segundas chances?
Com mudanças no meta, algumas poderiam ser desbanidas?
Com mudanças no meta, algumas poderiam ser desbanidas?
Com sua popularidade, está ofuscando tudo?
Com foco em outros formatos, é hora de voltar?
Com mentalidade spike, jogadores casuais ficam de fora?
De dominância a frustração, quem é forte demais?
Comparando cartas antigas e novas, poder está aumentando rápido demais?
Com crescimento digital, o papel vai declinar?
De problemática a sem graça, qual foi a pior?
Com collector boosters e secret lairs, já é demais?
Com outros IPs aparecendo, isso é bom para o jogo?
De draft a sealed, qual foi o mais balanceado?
Com colecionabilidade vs acessibilidade, qual é a decisão correta?
De níveis de poder a listas de banidos, o que precisa de conserto?
Com preços de cartas subindo, está virando pay-to-win?
De domínio do meta a taxas de vitória, o que é forte demais?
Sobre a Cultural Exchange. Minha dúvida é se o jogador que casta essa mágica , ele pode escolher quais as criaturas que serão trocadas ou apenas escolhe os jogadores e o número de criaturas que irão trocar?
Já sabemos que Kaldheim será baseado na mitologia nórdica e que terá uma temática com deuses mortais, neve e surpreendentemente, Phyrexyanos. A ideia aqui não é especular sobre a lore ou sobre possíveis personagens na edição, mas sim falar de possíveis mecânicas, arquétipos e,...
Tenho um Melek, Izzet Paragon em campo e um oponente tem o Eidolon of Rhetoric , se eu castrar a mágica do topo do grimório o Melek, Izzet Paragon faz a cópia normalmente ou devido o eidolon em campo ela não funciona?